A Câmara Municipal de Águeda aprovou, em reunião do Executivo, a atribuição de 1.035.209,77 euros às freguesias do concelho, no âmbito de um primeiro pacote de apoios destinado à execução de obras e projetos ao longo de 2026.
O montante será disponibilizado através de Protocolos de Colaboração e Contratos Interadministrativos, correspondendo às propostas de investimento apresentadas por 11 das 15 freguesias do concelho. Estão abrangidas as freguesias de Agadão, Aguada de Cima, Águeda, Belazaima do Chão, Borralha, Fermentelos, Macinhata do Vouga e Valongo do Vouga, bem como as Uniões de Freguesias de Préstimo e Macieira de Alcôba, Recardães e Espinhel e Travassô e Óis da Ribeira.
Este primeiro conjunto de apoios contempla intervenções diversificadas, incluindo requalificação de edifícios públicos e equipamentos coletivos, beneficiação de espaços exteriores, melhorias em parques infantis e cemitérios, execução de infraestruturas desportivas, aquisição de terrenos para equipamentos públicos e reforço de meios mecânicos de apoio à atividade operacional das juntas de freguesia. O pacote financeiro integra ainda a prorrogação de apoios anteriormente aprovados em 2025, permitindo assegurar a conclusão de obras já em curso.
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, sublinhou que este investimento representa “um sinal claro da confiança do Município no trabalho desenvolvido pelas freguesias e da importância de uma atuação articulada”. O autarca destacou que os investimentos resultam das prioridades identificadas por cada freguesia, no âmbito de um “bom trabalho de parceria e cooperação com todas as nossas Juntas e Uniões de Freguesia”.
Segundo o presidente, o apoio financeiro agora aprovado, enquadrado na capacidade orçamental do Município, permite dar “resposta célere e eficaz a necessidades concretas das nossas populações” e reforçar a capacidade de intervenção das freguesias, com base em critérios de transparência, equidade e interesse público.
A medida enquadra-se na estratégia municipal de reforço da cooperação institucional e resulta de um conjunto de reuniões regulares com as juntas e uniões de freguesia, visando maior proximidade às populações, melhoria da qualidade dos serviços públicos e promoção da coesão territorial em todo o concelho.
A concretização dos investimentos dependerá agora da aprovação dos protocolos pela Assembleia Municipal e pelos órgãos das respetivas freguesias, após o que poderão avançar as empreitadas e aquisições previstas para este ano.
