BIKiNNOV promove debate sobre impacto das novas normativas na indústria das bicicletas

O BIKiNNOV recebeu, esta quinta-feira, um evento dedicado à análise do impacto dos novos quadros normativos e regulamentares na competitividade da indústria das bicicletas. A iniciativa decorreu em parceria com a ABIMOTA e reuniu profissionais e especialistas do setor.

De acordo com a nota informativa enviada às redações , o encontro teve como principal objetivo apresentar um estudo que avalia de que forma as novas regulamentações europeias irão influenciar o desenvolvimento da indústria, identificando simultaneamente oportunidades de adaptação e inovação para as empresas.

Durante a sessão, foram debatidas as implicações das futuras políticas públicas e discutidas estratégias para acompanhar as tendências emergentes, num contexto marcado pela crescente exigência ao nível da segurança, qualidade e sustentabilidade.

Os participantes tiveram ainda oportunidade de visitar as instalações do BIKiNNOV, onde puderam conhecer soluções tecnológicas e projetos em curso orientados para o reforço da competitividade e do crescimento sustentável da indústria.

No seguimento da visita, reuniu a Comissão Técnica CT 103, estrutura que tem como missão assegurar a conformidade com as normativas aplicáveis ao setor. Este grupo de trabalho atua na definição e acompanhamento de normas de segurança, qualidade e sustentabilidade, colaborando com autoridades reguladoras europeias para integrar de forma eficaz as novas exigências no setor das duas rodas.

Citado na nota, Gil Nadais, Diretor Executivo do BIKiNNOV, sublinhou que “a normalização é um pilar fundamental para garantir a competitividade e a sustentabilidade da indústria de bicicletas”, considerando que as novas regulamentações representam “uma oportunidade para inovar e responder aos desafios da mobilidade sustentável, promovendo um ambiente mais seguro e eficiente para todos” .

O evento enquadra-se na Linha de Ação 3 – Vigília de Normas, integrada na Missão Interface – Financiamento Base dos Centros de Tecnologia e Inovação, sendo financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e pelos Fundos Europeus NextGeneration EU .

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