38º aniversário da Fundação ADFP

Almoço comemorativo no Coímbriga Hotel do Paço com 400 pessoas, incluindo Liliana Pimentel, José Miguel Ramos Ferreira, Presidentes de Camara em Condeixa e Miranda do Corvo, e Manuela Veloso, diretora da Segurança Social em Coimbra.

Competiu ao Eng. António Simões assumir o papel de mestre de cerimónias na entrega de Diplomas de Gratidão e Mérito a trabalhadoras que se aposentaram neste último ano.

O Prof. Wander Carvalho, na qualidade de presidente do Conselho Geral foi o primeiro orador salientando o papel dos trabalhadores na construção da Fundação e referindo aspetos positivos da gestão. Classificou à Fundação “como um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento humano e territorial. A organização tem uma gestão superior que integra, articula, valoriza e gera impacto real”.

Seguiu-se o Presidente da Câmara de Miranda do Corvo, que com um discurso vibrante recordou aos trabalhadores da Fundação que até á tomada de posse foi colega na área do Turismo com Propósito. Com clareza vincou a vontade da Câmara de Miranda colaborar com a Fundação, sem confusão de papéis, seguindo cada organização caminhos separados, mas lado a lado, visando contribuir para o desenvolvimento local e coesão social.

Num discurso muito aplaudido José Miguel elogiou a visão da Fundação e a sua liderança, considerando que os trabalhadores devem sentir orgulho numa organização tão inovadora e exemplar no apoio a pessoas com necessidades especiais.

A Presidente da Câmara de Condeixa teve também palavras de reconhecimento do papel da Fundação e   recordou que as suas filhas nasceram no ano em que o Conímbriga Hotel do Paço substituiu a Pousada Sta. Cristina.

Liliana Pimentel incentivou Jaime Ramos a alargar a atividade da Fundação em Condeixa, anunciando que tinha sugestões e que brevemente iria fazer propostas concretas, o que originou forte aplauso.

Ficou acordada uma reunião entre a Câmara de Condeixa e a Fundação, ainda este mês de novembro.

O Presidente da Fundação dirigindo se aos autarcas vincou a vontade de cooperar com os municípios com clareza, respeito pela legalidade, sem favorecimentos, sem enfrentar obstáculos ou sectarismos.

Reforçou a ideia de os trabalhadores terem orgulho de trabalhar na mais eclética e inclusiva organização nacional e uma das maiores fundações nacionais quanto ao número de colaboradores.

 Jaime Ramos lembrou que a Fundação faz investimentos, que respondem a necessidades dos concelhos onde atua, sem concorrer com negócios existentes, ou que subam na qualidade, tentando fazer melhor que os outros, prestigiando os municípios.

Exemplificou: se construímos um Hotel terá que ter mais estrelas, fazemos vinho de qualidade para puxar pelos outros viticultores e colocámos a região de Sicó no mapa. Quando criámos o St. Paul’s, ele foi bilingue e com rigor no ensino e vestuário, preenchendo uma lacuna em Coimbra de um ensino de nível internacional.

Quando apostamos num equipamento social ou de saúde ele visa ser uma resposta ainda inexistente como é o projeto de Cuidados Continuados no Hospital S João na Lousã, tal como criámos a primeira residência para pessoas com Alzheimer em Portugal e a primeira residência geriátrica, com médico e enfermagem, em Miranda.

Criámos o Museu da Chanfana para que se promovesse a gastronomia regional garantindo que Miranda tivesse um restaurante nos guias nacionais. Construímos um Hospital porque não havia nenhum próximo, nos concelhos do Pinhal Interior, lembrou.

Terminou incentivando os trabalhadores que cuidam de pessoas vulneráveis a prestar cuidados com bondade e compaixão, atenuando o sofrimento de quem sofre, e criando momentos de felicidade para os utentes e residentes.

Demonstrando o espírito de equipa muitos colegas tiraram fotografias em conjunto, numa manifestação de felicidade e companheirismo.

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